As equipes decidiram voltar seus esforços para tentar encontrar dois soldados chilenos que desapareceram em um acidente semelhante na quarta-feira na Península Antártida.
Os dois argentinos - um cientista e um oficial de Marinha - estavam viajando entre bases de pesquisas quando seu veículo mergulhou em uma cratera coberta de neve de pelo menos 130 metros de profundidade.
"A comunidade da Antártida prioriza a vida, mas nesse caso as chances de resgatá-los com vida são zero", disse Sergio Policastro, porta-voz do Conselho Nacional da Antártida da Argentina.
As equipes de resgate, que desceram na cratera por diversas vezes, enfrentaram um clima instável, temperaturas abaixo de zero e pouca visibilidade.
Policastro disse que há boas chances de que os chilenos possam ser encontrados vivos depois de terem caído em uma cratera de 40 metros, também enquanto voltavam para uma base de pesquisas.
Os dois argentinos - um cientista e um oficial de Marinha - estavam viajando entre bases de pesquisas quando seu veículo mergulhou em uma cratera coberta de neve de pelo menos 130 metros de profundidade.
"A comunidade da Antártida prioriza a vida, mas nesse caso as chances de resgatá-los com vida são zero", disse Sergio Policastro, porta-voz do Conselho Nacional da Antártida da Argentina.
As equipes de resgate, que desceram na cratera por diversas vezes, enfrentaram um clima instável, temperaturas abaixo de zero e pouca visibilidade.
Policastro disse que há boas chances de que os chilenos possam ser encontrados vivos depois de terem caído em uma cratera de 40 metros, também enquanto voltavam para uma base de pesquisas.
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